Mostrando postagens com marcador OSWALD CHAMBERS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador OSWALD CHAMBERS. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A DISCIPLINA DA PERSEVERANÇA ESPIRITUAL

Nice - Côte d'Azur - 2008


“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus.”
Salmos 46:10

Perseverança é mais do que persistência. Na verdade, é a persistência combinada com a absoluta segurança e certeza de que o que estamos buscando acontecerá. Perseverança significa mais do que simplesmente aguentar firme. Essa atitude pode apenas estar expondo o nosso medo de deixar as coisas acontecerem ou fracassarem.
Perseverança é o nosso esforço supremo em recusar acreditar que o nosso herói será vencido. Nosso maior medo não é de que seremos condenados, mas que de alguma forma Jesus Cristo será derrotado. E tememos também, que os valores defendidos por Jesus – amor, justiça, perdão e bondade entre os homens – não vencerão no final e representarão objetivos inatingíveis para nós. Contudo, existe um chamado à perseverança espiritual. Um chamado para não ficarmos dependentes e inativos; mas para trabalhar decididamente, tendo a certeza de que Deus jamais será derrotado.
Entretanto, se as nossas esperanças parecem estar nos desapontando nesse momento, isso significa simplesmente que elas estão sendo purificadas. Toda esperança ou sonho da mente humana será satisfeito se for nobre e divino. Mas um dos maiores estresses na vida decorre da tensão de esperar em Deus. Ele traz a plenitude, porque guardamos a ordem de Deus de perseverar (Apocalipse 3:10).
Continue a perseverar espiritualmente.


Tudo para Ele - Oswald Chambers

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

DEPENDENTE DA PRESENÇA DE DEUS

Balneário Camboriú - 2014


“...mas os que esperam no Senhor [...] caminham e não se fatigam” Isaías 40:31


Não sentimos nenhuma emoção quando andamos; no entanto, andar é uma prova de resistência do quanto suportamos. Mas “caminhar e não se fatigar” é o limite máximo como uma medida de força.

A palavra caminhar (passar, andar) é usada na Bíblia para expressar o caráter de alguém – “No dia seguinte estava João [...] vendo Jesus passar, e disse: Eis o Cordeiro de Deus...” (João 1:35,36). Não há nada de abstrato ou obscuro da Bíblia; tudo é sempre vivo e real. Deus não diz: “Seja espiritual”, mas ordena: “anda na minha presença...” (Gênesis 17:1).

Sempre que estamos em má condição física ou emocional, buscamos emoções na vida. No plano físico, isto leva aos nossos esforços de simular a obra do Espírito Santo; na esfera emocional gera obsessões e a destruição da nossa moralidade. E no plano espiritual, se insistirmos em ter somente emoções, em “subir com asas” (Isaías 40;31), o resultado será a destruição da nossa espiritualidade.

Usufruir da realidade da presença de Deus não depende do lugar ou circunstância em que nos encontramos, mas apenas da nossa determinação de colocarmos o Senhor diante de nós continuamente.

O problema começa quando nos recusamos a confiar na veracidade da Sua presença. Viveremos a experiência de que fala o salmista: “Portanto, não temeremos, ainda que...” (Salmos 46:2) quando nos alicerçarmos na veracidade da presença de Deus; não apenas quando tivermos a simples percepção dessa presença, mas a compreensão de sua veracidade.

Então, exclamaremos: “Ora, Ele esteve aqui o tempo todo!” Em momentos críticos de nossa existência, é necessário pedirmos a direção de Deus, mas não devemos dizer constantemente: “Ó, Senhor, dirigi-me nisso e naquilo”. É claro que Ele o fará! 

Na verdade, Ele já está fazendo! Se as nossas decisões cotidianas não estão de acordo com a Sua vontade, Ele nos pressionará por meio delas, trazendo constrangimento ao nosso espírito. Neste momento, devemos permanecer em silêncio e esperar por direção da Sua presença.


Tudo Para Ele – O livro de ouro de Oswald Chambers 

domingo, 28 de setembro de 2014

A PORTA PARA O REINO


Deserto do Atacama - Chile - 2014



Bem aventurados os humildes de espírito...” Mateus 5:3


Cuidado para não pensar em nosso Senhor apenas como um mestre.

Se Jesus Cristo é apenas Mestre, a única coisa que Ele pode fazer é frustrar-me com um padrão moral que não posso alcançar. De que adianta apresentar-me um ideal sublime que jamais conseguirei alcançar? Seria mais feliz se nem o conhecesse.
De que adianta dizer-me o que nunca poderei ser – “puro de coração” (Mateus 5:8), fazer mais do que o meu dever, ser completamente consagrado a Deus? Preciso conhecer Jesus Cristo como meu Salvador para que Seus ensinamentos representem para mim mais do que um ideal sublime que me leve ao desespero.
Mas, quando nasço de novo pelo Espírito de Deus, percebo que Jesus Cristo não veio apenas para ensinar – Ele veio para fazer de mim aquilo que Ele ensina que devo ser. A redenção significa que Jesus Cristo pode colocar em qualquer pessoa a mesma natureza que governou Sua própria vida, e todos os padrões estabelecidos por Deus se baseiam nessa natureza.

Os ensinamentos do Sermão do Monte produzem uma compreensão do desespero no homem natural – exatamente o que Jesus desejava que acontecesse. Enquanto abrigamos a idéia de que podemos cumprir o que o Senhor ensinou, Deus nos deixará prosseguir até que a nossa ignorância seja exposta, ao tropeçarmos em algum obstáculo em nosso caminho. Só então nos disporemos a ir ter com Ele como miseráveis e ouvir dele: “Bem aventurados os humildes de espírito...”  Este é o primeiro princípio no reino de Deus.

A base do apoio do reino de Jesus Cristo é a pobreza, não os bens que possuímos, não as decisões por Jesus, mas ter a compreensão da absoluta incapacidade que finalmente admitimos: “Senhor, nem sei por onde começar.” A isso Jesus responde: “Bem aventurado sois...” (Mateus 5:11). Esta é a porta de entrada para o reino, e demoramos tanto para acreditar que somos realmente pobres! O reconhecimento da nossa própria pobreza é o que nos traz ao ponto apropriado onde Jesus completa a Sua obra.


Tudo Para Ele – O livro de ouro de Oswald Chambers